domingo, 26 de outubro de 2008

Excelente Investimento Mas...

Unibanco dobra recompra e diz que papéis são "excelente investimento"
Valor Online24/10/2008 16:57
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O Unibanco acaba de anunciar que dobrou seu programa de recompra de ações, de 20 milhões de units para 40 milhões de units. Considerando a cotação dos papéis perto das 16h30, a R$ 9,83 (-14,52%), este programa representa cerca de R$ 393 milhões.
Segundo o vice-presidente corporativo do Unibanco, Geraldo Travaglia, esta é uma sinalização ao mercado de que as ações da instituição são "um excelente investimento".
Em teleconferência com a imprensa, o Unibanco confirmou a informação publicada pelo Valor Online, de que antecipou a divulgação do seu balanço do terceiro trimestre para poder dar continuidade ao programa de recompra de ações em um momento de queda acentuada dos papéis.
A Instrução 358 da CVM proíbe que acionistas controladores, diretores, membros do conselho de administração, do conselho fiscal e de quaisquer órgãos com funções técnicas ou consultivas comprem ações das próprias empresas em um período de 15 dias antes da divulgação das informações trimestrais. Assim, para efetuar essa operação, o Unibanco teria de esperar até a data de anúncio do balanço trimestral, em 6 de novembro.
Além de poder retomar a recompra das ações, o Unibanco também ressaltou que agora pôde voltar a conversar com jornalistas e analistas sobre seus números.
Ao ser questionado sobre por que as ações da instituição continuavam a cair mais que as de seus pares, mesmo com a divulgação do resultado para o mercado, Travaglia respondeu: "Eu não sei. A gente procura passar informações corretas, para que não pairem dúvidas em relação aos números do banco."
Além disso, o executivo ressaltou que a formação de preço das ações do Unibanco ocorre principalmente por meio da negociação com os ADRs em Nova York, onde ocorrem 70% dos negócios, e não na Bovespa. Desta forma, segundo ele, a cotação das ações estaria mais exposta ao humor do investidor estrangeiro, que precisa fazer caixa.
No comunicado em que divulgou seus resultados financeiros trimestrais antecipadamente, o Unibanco revelou que a marcação a mercado da posição de empresas clientes em contratos derivativos de câmbio era de R$ 1 bilhão em 23 de outubro. Isso significa que se esses contratos vencessem nessa data, o banco teria esse montante a receber. O banco ressaltou, no entanto, que não fica exposto a risco cambial nesse tipo de transação e que sempre que faz uma transação com o cliente, zera o risco com a posição contrária na BM & F.
Sobre o risco de crédito em relação a essa posição, a instituição ressalta que este volume de R$ 1 bilhão está dividido entre 33 clientes, o que dá uma média de US$ 30 milhões por contrato. Travaglia destacou ainda que são todas empresas exportadoras e de grande porte, com faturamento acima de R$ 500 milhões.

Um comentário:

aguia disse...

BOB:

aqui banco não quebra: o Meirellles não deixa e arruma a grana com a gente: a arrecadação já tá célere, na contramão das bolsas e a mão nos nossos bolsos.

as pedras cantadas dos 9 kg lá e 34 k, já sifú e os seus 21 têm lógica mas os 14 têm história; e não sei se te avisei, mas a tsú agora é que está chegando e o que já vimos foi sòmente a Comissão de Frente dela: falta ELAZONA com sua baita apoteose e o jeito agora é Abrir Alas.

velho filme... pioraram muito esta atual reprise, but, depois a gente limpa as praias, né uái?... fique tranqüiiilo e não olhe o futuro na bola de cristal dos tranportes, senão, aí você não dorme (o KB pode, já que o veneravel vampiro nunca dorme mesmo).

lembro-me de uma vez em que a bolseta quebrou e eu e Edwiges afinal mandamos: "vende tudo a mercado!!!"


e meu corretor respondeu: "pra quem?".


argh.