sábado, 21 de novembro de 2009
Duas de Macroeconomia
Muito me espanta a corrente de gente a dizer que o IOF sobre entrada de capital é inútil para conter a alta do US$. Na maior parte das vezes é gente que perde com o imposto que vem alegar sua ineficácia (como, por exemplo, talvez, o Sr. Mobius?). Mas tem banco aparentemente neutro engrossando a corrente.
Ceteris Paribus deve ser linguajar desconhecido em alguns cursos de economia de hoje. Vai ver é isso. Mesmo assim, ceteris paribus, um imposto sobre a entrada de capital diminui a entrada de capital, e pronto. Se continuou entrando dólar depois disso, não quer dizer que é ineficaz. Nem que é ineficiente, a priori. A gente nunca vai saber quanto estaria entrando sem o imposto.
E a taxação sobre a conversão de ADR´s veio completar a idéia, que inicialmente tinha deixado a lacuna.
Além disso, 2% sobre toda a grana que entra, é dinheiro a mais para as despesas do governo, e o que é mais importante, é um dinheiro que sai do bolso dos estrangeiros, não do meu. Pode ser usado para muita coisa - inclusive comprar dólar e outras moedas.
Além disso, as recentes reclamações de alguns fundos, para mim, apenas confirmam que o interesse em investir em RF brasileira é apenas de curto prazo. Caso contrário, não haveria como argumentar que esta taxa inviabiliza o investimento.
2. Sobre os programas de transferência de renda e a taxa de investimento do país
Muita gente também argumenta que programas de transferência de renda (como o bolsa-família, bolsa-escola, etc) sejam um obstáculo à formação da poupança nacional e uma grande despesa pública.
É, parece que faz sentido. Se eu abrir o Dornbusch-Fischer (Macroeconomia) ele trata as transferências como TR e isso entra direto na despesa do governo, sem ser investimentos.
Mas acredito eu que cada caso é um caso.
A meu ver, R$ 100.000.000,00 de bolsa-família geram um bom bocado de investimento privado. Não vamos esquecer que esse dinheiro é gasto e as empresas que o recebem investem continuamente - em equipamentos, capital de giro, estoques, etc.
Além disso, cumprem direitos constitucionais e atendem ao desejo do eleitorado (em sua maior parte, claro).
Por outro lado, de R$ 100.000.000,00 em investimentos públicos, possivelmente metade some pelo ralo da corrupção. Superfaturamento, jabá, desvio e obras que jamais serão feitas. Uma vez prontas, geram custeio definitivo e permanente ou viram entulho alguns anos depois por falta de manutenção. E mesmo a parte "legalmente gasta" do dinheiro vai parar no bolso de empreiteiras escolhidas a dedo.
Então, prefiro que o dinheiro do meu imposto vá parar no bolsa família, para ser gasto no supermercado, na conta de energia, nas Americanas, na escola, no passe de ônibus, na gasolina da petrobras, na conta de telefone, etc. Não se esqueça de que as empresas implícitas costumam investir mais da metade do LL entra ano e sai ano.
Se houvesse um investimento público limpo e decente, a argumentação que ouço por aí faria sentido. Mas cá no Brasil, sugiro aplicar um "multiplicador atenuador" no investimento público. Cada R$ 1,00 de investimento declarado, corresponda a apenas R$ 0,25 de "I" na fórmula Y = C + G + I + X - M.
Era isso. Abraço.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Dito sobre alguns FII´s...
"Pananby (PABY11)
Tá bom, quase não tem liquidez, mas e daí? Tudo parece lindo. Ele é um imenso "contas a receber" que dá um valor patrimonial de R$ 400,00 por papel, líquido. R$ 400 em ativos por papel, e ainda corrigidos por IGPM + Juros.
Fora pagar dividendos erráticos, não parece que tem nada de errado.
Mas o papel morre abaixo dos R$ 200,00 há anos (e na minha mão tem alguns).
Ou o contas a receber é podre, e isso é informação que eu não tenho como saber; ou vale bem mais que o dobro."
em 23/out
"Pra mim, vai ser hora de priorizar FII´s sem marca, sem fama, e sem mania de grandeza. Com isto, acho que deixo bem claro quais ordens de compra eu vou botar (ou já botei) na pedra daqui pra frente."
Dois assuntos
A todo mundo que ainda trabalha para viver, um conselho. Façam seguro. Um seguro gordo e bem feito. Expliquem pra digníssima ou digníssimo e deixem em cima de uma estante. E plano de saúde da melhor qualidade. Eu recomendo que pesquisem Bradesco ou Porto.
Se houver interesse sobre seguros, eu posso falar mais depois ou responder nos comentários.
Ah, Pananby acaba de pagar um dividendo OBESO. Eu avisei, eu avisei.
E a oferta de Europar para captar mais $$$ e inchar o fundo: eu também avisei.
P#rr@, com tanto "eu avisei" dando certo assim eu fico me sentindo o Fact Finder.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Nasdaq encontrou seu ponto?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Blackout de Cérebros
A bolsa que pretende firmar convênios com outras instituições de mercado secundário nos EUA recentemente patrocinou seu próprio "apagão". O grau de amadorismo envolvido no processo de integração Broxespa-BeEmeEfe desintegrou o acesso ao site. O mercado financeiro pelo mundo anda a passos largos e aqui, a passos de cágado. A dinheirama obtida com emolumentos e outros quitutes na utilização de seus serviços parece ainda insuficiente para contratar profissionais competentes para tocar o dia-a-dia da Bolsa de Pindorama. E la nave va.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O que a Telesp e a Vale têm em comum?
Nenhuma das duas conseguiu fazer uma aquisição ruim, quando tentou.
Com isso, a Telesp continua sendo uma bela dividend play. E um dos papéis com mais margem de segurança na bolsa.
Mas não é exatamente um passaporte pra riqueza. É uma renda fixa com plus.
sábado, 14 de novembro de 2009
Curiosidades gráficas
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Ex-comprado, realizando... e de olho nas vendas
Vendendo ainda não, mas realizando o lucro! Ainda resta uma pequena posição para mim (3 papeis), bem pouco representativa no cômputo do patrimônio total - e até da parcela destinada a investimentos de risco.
O grosso dos ganhos já foi para o bolso... se romper essa resistência em 67k teremos uma nova rodada de avaliações. Assim como foi na superação do caixote em 42, e no alvo da pipa em 53 (onde o OCO furou). Esses foram, a meu ver, os principais pontos de inflexão, e ainda podem voltar a ser experimentados oportunamente.
Eu enxergo essa pernada dos 60 para cima como um possibilidade de retorno para teste do último topo (ou bem próximo, afinal já estamos em 66) com a consecução de um duplo. Mas errar é humano, e não vou culpar ninguém - nem nada - por isso... o índice insistiu em subir e tivemos que nos ajustar ao mercado (como sempre se deve fazer). Nem no ouro estou acreditando mais. Desconfio que até os metais preciosos possam sucumbir. Pelo menos um regresso a patamares bem inferiores aos U$1.000.
A coisa mais inteligente a fazer é não se apegar a nossas convicções e estarmos preparados para mudar de ponta. E cada vez mais eu fico no curtinho, porque não me sinto confortável à (com) essa altura. Chega a dar vertigem...
E olha que sempre fui acostumado a voar em camadas elevadas!
O DOW voltou a botar a cabecinha para cima dos 10k, se não for mais um violino... como aquele que os músicos tocavam no Titanic...
Quais são, no entendimento da turma, os atuais leading indicators para o mercado? DJ, U$ Index, Bonds, China??? O Fact faz ótimas leituras do cenário e está de olho lá fora, com a luneta sempre apontada para bem adiante... situado no momento, e ligado no que vem pela frente!Bob Elliott, Aguia, Samuca e nosso estimado KB... whats up (or down)?
Abs ^v^
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Se petr4 for a R$ 45,00
E tudo for para o alto e azul eterno e infinito...
Entãao, caramba, eu vou ter errado de novo, porque continuo vendendo!!!!!
sábado, 7 de novembro de 2009
Sinto muiiiito BOB!... "BUT"...a BBC diz corda:
BBC Mundo
06/11/2009 - 16:12 (GMT) El índice de desocupación superó rebasó el 10% en octubre, la cifra más alta de los últimos 26 años.
Casi 4 mil presos recibieron cheques del estímulo económico.
Millones de jubilados ante un pago menor de Seguro Social.
Más noticias de Mi Dinero.
'MAIS' más noticias de Estados Unidos
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Labor - fim da recessão?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Liquidez mantida, bolha lá na frente
Central bank keeps rates near zero and says they'll stay there for "extended period" despite recent signs of economic turnaround
domingo, 1 de novembro de 2009
Elliott março de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
CPFL - Quando oferta e demanda vencem os fundamentos
Talvez um grande pedaço da resposta esteja nos grandes vendedores que atuam no papel há 2 anos.
Olhando 2 anos para trás, A CPFL tinha vários, vários grandes investidores. Posições relevantes de 2%, 3%, 5%, 10% etc. Vide Bradespar, 521 Participações, bancos de investimento, etc.
Nestes anos, várias companhias venderam seus blocos de ações, que tornaram-se novos blocos na mão de outros investidores, etc.
Como o preço quase não sofreu na crise - segurado por fortes fundamentos e dividendos gordos - ela torna-se uma reserva de valor a ser queimada para sustentar posições de maturação mais longa.
Desta forma, a alta da CPFL só pode se processar após uma de duas coisas acontecerem:
- Alguém acumular muitas ações, tornando-se dono do boteco e sem intenção de vender, a exemplo de WEG, Gerdau etc;
- A ação se pulverizar muito mais, e ser formada uma companhia altamente pulverizada com um acionista controlador que tenha uma pequena participação - a exemplo de Vale, dos grandes bancos, ou mais exageradamente, Lojas Renner.
Vamos ver no que dá; mas nenhuma das duas opções parece que vai acontecer rápido. Enquanto isso, os dividendos valem a espera.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
um presente de um tal cumpadi PARA_QUEDISTA
http://www.enfoque.com.br/educacional/analises/281009/default.aspx
arrrrgh...ia
BOV e os 62 k
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A parte boa de ser fundamentalista
Então, eu que fiquei feliz ontem, por ter vendido, achando que ia pra baixo mesmo, não preciso ficar triste hoje.
Em suma, o que é muito bom é, numa hora em que não se está entendendo nada, poder dizer com toda a sinceridade:
...e daí?
hmmmmmmmmmmmmm...
quá...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Olhando para trás
Tem uma frase que me marcou muito: É melhor perder oportunidade que perder dinheiro.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Correção x Fim da Alta
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Fundos Imobiliários - Uma onda nada agradável vem aí
A onda que está chegando é a mania de ser grande. Grande pra quê? Pra gerar taxas de administração mais gordas e salários mais altos pros executivos.
Caramba, FII´s sempre foram o lugar mais agradável da bolsa pra mim, e agora me vem essa.
Pra mim, tudo começou com a popularização, é claro. A Hedging Griffo começou engordando os seus dois fundos. Um está com R$ 200 MM e o outro com R$ 80 MM. Estão captando mais e no final teremos dois mamutes com R$ 300 MM cada.
Então temos aí a dificuldade de administrar vários empreendimentos, aliados à vontade de trocar periodicamente de investimento porque o antigo valorizou. Nada de errado nisso, se o administrador der conta do recado. Confiando na Hedging, tenho HGRE11, que me pareceu um dos mais baratos a R$ 1.100,00.
A Rio Bravo, pra mim, chutou o balde. Os cotistas aprovaram o aumento da remuneração da administradora, que agora é atrelado ao valor de mercado do fundo, anualmente, bem como deram carta branca pra que ela possa triplicar o número de cotas do fundo e investir o dinheiro no que bem entender, comprar o que quiser, sem depender de nenhuma permissão (deviam renomear para FII Rio Bravo Onipotente).
Com isso, ffci11 corre o risco de ser a minha primeira venda de FII´s na vida.
E olhe que essa semana estava comemorando que os euro11 que comprei a R$ 95,00 cada acabaram de passar os R$ 190,00. É, faz tempo.
Podem esperar que vem mais de onde estes vieram.
Pra mim, vai ser hora de priorizar FII´s sem marca, sem fama, e sem mania de grandeza. Com isto, acho que deixo bem claro quais ordens de compra eu vou botar (ou já botei) na pedra daqui pra frente.
______________________
Disclaimer: eu não recomendo que você compre nenhum dos fundos citados, e não recomendo que você compre nenhum dos fundos não-citados. Os riscos são altos, sobretudo aos preços atuais, e o risco de perda patrimonial para quem comprar um FII hoje existe e pode ser bem doído. Finalmente, tenho pequena posição comprada em todos os fundos citados no texto, exceto HG Brasil Shopping.
(*) Pequena. Sou uma pulga. Meu sonho é um dia virar uma pulga gorda.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Be my guest
Depois do tsunami que virou marolinha (sic), agora tem que cuidar com o repuxo. Se o negócio encrespar, aqueles que conseguirem sair correndo na frente ainda têm chances de escapar.
E se a crise voltar, todos serão puxados para baixo. Essa medida de hoje é um paliativo, pode nem trazer todos os efeitos desejados. Ainda existem outras atitudes passíveis de serem tomadas. O saco de maldades não tem fundo...
Mas uma coisa é certa. Se nós pagamos impostos em nossas operações, dar carta branca aos gringos para fazerem o que querem, especulando, pressionando o câmbio e a nossa política monetária, não é nada saudável. À princípio pode parecer bom para a bolsa, o smart money aumenta a liquidez, mas depois de formar a bolha, eles tiram o time de campo e somos nós que pagamos a conta. E as ADRs?
O pedágio é apenas sobre o novo dinheiro que entra. A movimentação aqui dentro é livre, mas a mudança de regra no meio do jogo, para quem se planeja anos à frente, vai trazer uma enorme perda de credibilidade. Será que os estrangeiros vão sair fora ou trocar seus investimentos em ações para os títulos do governo? Possivelmente a intenção era essa... ainda mais com esse juro, que pode parecer pouco, mas em termos de taxa real não é nada desprezível
O dia de hoje foi muito emocional, e o mercado é para ser encarado, acima de tudo, com extrema racionalidade.
Vamos ver quando (e se vai) chegar no teste das LTAs... a primeira, em azul, é a mais recente e passa pelos 62k; a outra (preta) que vem desde o fundo, está na casa de 53 mil, onde também está a fibo de expansão do pivot - da velha pipa! - na mesma altura do OCO que fez forfait. Abaixo dela é que a coisa fica complicada!
Aos grafistas profissionais, sorry pelos rabiscos. Os craques em AT aqui são o Bob e o Fact, mas eu também gosto de dar umas pinceladas, rs. Quem discordar da minha leitura, be my guest! Não como o governo, que convida os estrangeiros a investirem no país e depois diz que não era para ser bem assim...
Abs ^v^
Taí minha resposta.
Mas vamos ficar atentos. O efeito principal é sobre o futuro, não afeta os capitais que já estão aqui. O que aconteceu hoje? Psicológico.
Mas a redução de entrada de capitais deve, de fato, acontecer.
Eu tô achando ótimo, se me perguntarem.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Taí a facada
Não tem diferença entre curto e longo prazo.
Se isso não espantar a entrada de capitais, não sei o que espanta.
Have they gone too far?
sábado, 17 de outubro de 2009
Viva o papel do Estado na economia.
Governo criará taxa para capital estrangeiro de curto prazo que entrar no Brasil
Publicidade
da Folha Online
Para desestimular a especulação, o presidente Lula autorizou a equipe econômica a elaborar medida provisória que implemente o imposto, informa matéria de Kennedy Alencar, publicada na Folha deste sábado (conteúdo disponível para assinantes do jornal e do UOL). http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u639372.shtml
Pode estar ai o trigger. Lulla lá hehehehehehe
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Fill In The Blank
sábado, 10 de outubro de 2009
Dolar sem fundo?
Mas os efeitos negativos de uma moeda forte sobre a balança - com o ônus dos exportadores - também são perceptíveis.

Fica difícil estimar uma relação de troca para o final do ano, mesmo com todas intervenções do BC, que já fazem nossas reservas chegar a marca de U$230 bi. Nenhum sinal de reversão pode ser observado no gráfico, e essa tendência ainda deve permanecer por um tempo.
Diante disso, saiu a seguinte notícia no Correio Braziliense:
O governo acendeu o sinal de alerta: indicadores captados pelo Banco Central (BC) e pelo Ministério da Fazenda mostram que várias das empresas estão abusando nas apostas de valorização do real frente ao dólar, criando investimentos tóxicos idênticos aos que quase levaram algumas indústrias à falência durante o período mais agudo da crise econômica mundial.
É para ficar esperto...
Abs ^v^
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Santander saiu caro
Melhor que isso só se desse pra fazer +bbdc3 +itsa3 -sanb3.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Bull Market Geniuses, Nth. Episode
sábado, 3 de outubro de 2009
Second thoughts
Não foram exatamente as estrelas da carteira nos últimos 4 anos, mas não dá pra chamar o resultado de ruim...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
briv / criv - A might-be Value Trap
São papéis que parecem baratos em uma filtragem fundamentalista, mas na verdade existe algum problema de difícil detecção em seus fundamentos, que fará a empresa ficar estacionada - bem como a ação - pra todo o sempre, amém.
Aí é que mora o problema. Fundamentalistas devem ser pacientes por natureza. Levam tempo para garimpar uma barganha, uma empresa sólida, financeiramente estável, e promissora, negociada a um preço baixo. E quando acham, compram. Acumulam mais com o tempo e ficam esperando. A value trap se disfarça de barganha - mas não é.
Como detectar uma? That´s the million dollar question.
Uma que merece o benefício da dúvida é o grupo alfa - criv + briv + rpad.
Pra começo de conversa, está barato há quatro anos, pelo menos. Desde 2005.
Os lucros crescem - mas o dinheiro não chega. Os dividendos não são desprezíveis mas não são aquela coisa. Neste período houve vendas de ativos que geraram lucros extraordinários, mas o dinheiro... cadê? Dividendo ele não virou.
Taí, senhores. Sugiro uma visita ao guiainvest (www.guiainvest.com.br) e uma checada em criv3 / criv4 / briv3 / briv4 para ver que só o tempo e/ou análise profunda vão saber diferenciar um do outro.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Rompendo em grande estilo
Sinal que o dinheiro continua seguro no banco da nossa corretora. Além de oferecer a plataforma com os gráficos da CMA, um homebroker para operar nos futuros, e aqueles CDBs que remuneram bem acima das taxas de mercado, ainda ganhamos uma participação nos lucros como acionistas minoritários. Os dividendos já estavam correspondendo, e agora com essa arrancada... é tudo festa! ;-)
Bom final de semana. ^v^
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Momento político no TIB
Tomem essa, Correios
Lembro de um tempo em que a fatura do cartão sempre chegava em tempo. Conta de luz, água, telefone, idem. Os correios eram sinônimo de eficiência inquestionável - a um preço, se não barato, razoável.
Agora, além de caros, estão extremamente ineficientes!
As correspondências simplesmente não chegam a tempo. Faz meses que minhas faturas de cartão de crédito chegam sistematicamente 3 dias depois do vencimento. Tudo o que não está em débito automático é um constante desassossego.
E as greves - pelo jeito, anuais, ou com maior frequência? Daí é que bagunça tudo mesmo.
O troco já está vindo.
O DDA é apenas um de muitos jeitos que os principais clientes - as empresas - vão dar para não mais depender da ineficiência dos correios.
Bom pros clientes, bom pros bancos, bom pras empresas que têm o que receber. Fico pensando no número de atrasos que são causados pelos atrasos nas cartas. E pelo custo para clientes e empresas ficarem resolvendo estes atrasos.
A propaganda via correio - aposto que esta também vai diminuir com o tempo. Vai ser substituída por coisa mais barata e mensurável, como a publicidade focada online, telemarketing, etc.
Junte-se a isso os desvios de dinheiro e... talvez mesmo com o salário de fome que pagam aos carteiros (piso de R$ 600,00... que vergonha, hein?) a ECT consiga ter prejuízo.
Daí, quem sabe, privatizem a preço de banana, e um problema a mais do país estará resolvido.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
petrk32
Quem lançar uma petrk30 recebe por isso R$ 5,55.
Ou seja, 2 meses (!!!) para um prêmio de... 1% a.m. grosso modo.
Eta taxa baixa!
domingo, 20 de setembro de 2009
ExpoMonkey, Forexmania Et Alli
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Impulso renovado de alta!
Preocupa não. É que eu vendi um pouco por ali, como comentei há 3 mensagens.
Sorte é pra quem tem :-)
A bolsa [assim como o tempo] não para
Chegamos aos 60k, alvo de muitos analistas para 2009.
Se até em mim já bate uma vontade de comprar mais... ainda bem que vontade passa. E para saciá-la, colocar dinheiro no ouro - na medida que o dolar perde valor - é uma alternativa.
Vou mantendo a pequena posição em ações e realizando lucros sempre que posso. Mais um vencimento de opções chegando...
Pensar em abrir vendas antes de confirmada uma reversão é loucura. OCOs, divergências e sinais contrários não impressionam mais.
E estamos na fase teoricamente desfavorável aos mercados. Imagina quando chegar o período de festas de fim de ano.
Abs ^v^
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Seguem as divergências mas segue a alta
VALE5/CSNA3 pivo de alta
BBAS/ITSA já no topo de 2008
small caps firmes
Relatórios dizendo desde agosto que vai cair uma hora cai e vão dizer que acertaram. Já é 15/09 e nada. Pior mês para bolsa está firme. Mas uma hora cai, claro.
Follow-up...
p.s. Foi-se o resto de sanb3. Será que a especulação vai levar pros 0,30?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Financials Running Out Of Steam
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Bullish or Bullshit?
Sempre de olho nas análises sinistras dos mais cruéis especuladores!

Créditos: Evil Speculator
Ok, but is it true?
"The Five Financial Shockwaves to Expect When China’s Yuan Swaps Places with the U.S. Dollar
By Keith Fitz-Gerald"
A parte que me interessa discutir é:
" 1)Global Gloom Leads to U.S. Doom: The U.S. dollar goes into freefall for the simple reason that if no country has to hold dollars any longer, they won’t. Instead – thanks to the ragged state of the U.S. government’s finances – many countries will dump greenbacks fast as they can, which will only put additional pressure on an already-strained U.S. financial system, which in turn will further damage our economy. "
Discuta-se:
if no country has to hold dollars any longer, they won’t.
Será verdade?
Parece-me que há um jogo, no sentido econômico da palavra, em que os grandes países podem querer buscar um ganha-ganha.
O fato é que com a crise nos EUA todo mundo se viu comprado em moeda podre. A China principalmente, sendo o principal financiador; mas junto vai toda a Europa, e também o Brasil-sil-sil. Todo mundo tem reservas dolarizadas.
Por que eu vou querer destruir o valor de minhas próprias reservas?
E se eu vou vender, vender pra quem?
Não é mais fácil todo mundo jogar o jogo do contente e ficar com as próprias reservas, esperando maturar? Daí sim, talvez - parar de financiar, o que vai dar um belo de um hard time nos EUA.
Mesmo segurando as reservas, esse pessoal vai ver seus treasuries perderem metade do poder de compra, that´s for sure. Mas por que perder ainda mais, willingly?
Qual cenário é mais provável? Não sei. Curiosamente, empresas, imóveis, e papéis ligados a imóveis me parecem um lastro melhor que moedas agora. Para governos, não é muito exequível. Talvez cestas de moedas bem multilaterais e lastro em riquezas minerais...
...AMANHA ESTA PRAIA JÁ VAI FAZER 1 ANINHO!!!
sei que o TiB inspira enorme carinho tanto entre os primeiros a chegar; FACT, dono do modêlo que inspirou esta praia maternalmente; BOB, Doutor em medicina e parteira puta velha; e KB pai desta criança (e dizem porrrrraí que também do BOB...) aqui retrô citados pela ordem crono crescente, craro) e êste último Mestre, enfim Jedi, tipo filho pródigo, digo, pai pródigo, voltando agora a pouco aqui ao ar puro, mesmo que indireta e eventualmente; tanto quanto aos que vieram depois esparramar pérolas nestas areias: os nossos admiraveis Mestres SEAGULL, SAMUCA e LAFA.
BUT, como em todo grupo de Pindô e por certo alhures, sempre há que haver um ou dois malandros (e sem dedar um deles que vive escalando os Everests da vida, quando não luxa o joelho ao desfrutar do luxo de aspen), informo que estou, just now, fazendo as malas par dar um pulinho em TORONTO... again, craro (or...of course uái).
O MARKET:
a óbvia enrolação que se apronta, bem ali, óh... na zona do agrião dos 9 KG, nos faz ficar very, very-very, (strong very) OPTIMISTA!!!
... para 2.010 (... ou, 12).
bração, saude para todos de suas casas e BOA SORTE...KAMBADA!!!
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Se é pra falar do Dólar...
Hoje, com o aumento absurdo dos US$ em circulação, fico com medo de assumir que o que valeu no passado permaneça válido.
Prefiro acreditar nos princípios macroeconômicos e microeconômicos básicos, aqueles mais fundamentais, sem modelos exagerados. Esses sim, sempre permanecem válidos.
E a idéia é fácil, dólar demais no mundo, tem que desvalorizar.
Isso pra mim quer dizer o seguinte:
1. O dólar deve perder poder de compra não só frente ao real, mas frente a todas as moedas do mundo.
2. Isso torna as relações entre os câmbios relativamente neutras, entre os diferentes países do mundo, exceto em relação ao US$.
3. Isso favorece exportações norte-americanas p/ resto do mundo e desfavorece importações, o que é bom pra economia norte-americana.
4. Isso também desvaloriza muito a dívida dos EUA em relação ao resto do mundo, o que também é bom para a economia deles (e phode com a China).
5. Nem tudo é bom para os EUA. Com o dólar desvalorizado eles vão ver os estrangeiros abocanharem nacos de suas melhores empresas a preço de banana (Agora é nossa vez).
6. No caso do Brasil, podemos esperar dólar baixo pros próximos anos (show do U2 de novo!)
7. Então qualquer aposta em dólar feita agora, é melhor que seja puramente especulativa e de prazo bem definido...
8. E esteja pronto pra abandonar a aposta em dólar ao menor sinal de queda, porque a tendência geral é PRA BAIXO!
9. No final isso pode bem significar uma alta da bolsa em dólar, o que eu até espero, e isso confirma a idéia de correlação inversa entre as coisas. Mas talvez a própria intensidade mude muito, porque afinal de contas, o motivo é todo diferente!
10. Se Obama souber conduzir bem essa crise, os EUA saem economia chefe do mundo, fortalecida de novo, daqui a 10 anos.
11. Não vale para nós a conclusão de que se o dólar cai, então nossas exportadoras vão se ferrar. os preços das commodities podem (e devem) subir (e já estão subindo) em dólar. Pois os preços são dependentes de uma cesta de moedas e da oferta e demanda, o dólar é só referência.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
KB, by e-mail ao bird: ESCUTE O SOM DO TROVÃO
"Escute o Som do Trovão
Aug 24: When bond alarms ring, stock holders are wise to listen; Corporate credit markets are no longer telling stock bulls to keep going - and in fact may be telling them they've gone too far.” (comentário do analista da CDR)
Fonte: CDR
O gráfico diário acima mostra a evolução do spread de uma carteira de títulos de crédito de alto risco (junk bonds) emitidos por corporações norte-americanas, que cobre o período desde o final de 2005 até o dia de hoje, 27 de agosto de 2009.
Tradução:
“24/08: Quando o mercado de títulos soa o alarme, os investidores em ações adotariam uma postura sábia se o escutassem; o mercado de crédito não mais chancela a alta nas cotações das ações – e de fato está sinalizando que a coisa já foi muito longe.”
Comentário do KB:
A discrepância entre os 2 mercados é coisa muito recente, desde o pregão de 18 de agosto, data em que o SPX engatou a marcha que resultou na sua mais recente trajetória de alta. É justamente o que venho alertando há alguns dias. Observe no gráfico acima que, apesar das novas máximas no SPX, o spread da carteira de títulos de alto risco não registrou mínimas inferiores, comportamento que se esperaria caso ambos os mercados estivessem alinhados.
A eficácia desse indicador pode ser notada tanto nos pontos de inflexão de um mercado de baixa quanto no de alta. Se voltarmos atrás no tempo, podemos notar na figura acima que o SPX assinalou uma mínima em março desse ano, enquanto que o spread da carteira de títulos de alto risco no gráfico acima registou máxima no final do ano passado e, desde então, não mais chancelou a continuidade da baixa nas cotações das ações que se estendeu até o mês de março de 2009.
No exemplo mencionado, o lead time (tempo de antecipação) foi de 3 meses, um espaço de tempo não muito longo para quem opera nesse horizonte, mesmo para os traders de curto prazo que já deveriam ser mais cautelosos em suas operações short.
Convém assinalar que esse lead time é variável e não há como saber quando a sinalização será materializada. Por exemplo, o selloff (queda aguda das cotações) no mercado de ações em julho de 2007 foi antecipado por uma alta nos spreads dos títulos de alto risco das carteiras que eu acompanho por apenas 1 mês. O término desse selloff ocorreu no mês de agosto de 2007 (quando o SPX deu início à sua última perna de alta antes que o bear market se instalasse) foi antecipado pelos spreads das carteiras por apenas 1,5 semana.
Há tempos que eu acompanho duas carteiras de títulos de alto risco (a do gráfico acima eu tomei conhecimento uns 2 meses atrás), sendo que eu somente presto atenção aos seus sinais quando as duas carteiras apontam na mesma direção, fenômeno que eu venho observando nas últimas semanas, igual ao mostrado na figura acima. Portanto, não há viés no comportamento dessas duas carteiras de high yields, pois outras estão emitindo o mesmo sinal agourento. Para piorar ainda mais, os títulos de baixo risco, classificados como investment grade, Aaa e Baa também estão apresentando o mesmo comportamento.
Certa vez eu comentei que nas minhas pesquisas, o spread dos títulos de alto risco foi um dos poucos indicadores macroeconômicos que eu descobri que tem se comportado na maioria das vezes, embora com uma ou outra exceção, como um indicador antecedente (leading indicator) do SPX com um lead time bem adequado, porque não muito elástico, diferentemente do caso do spread da curva de rendimentos (spread entre a taxa do T Bond de 10 anos e a taxa básica – fed funds – ou a taxa de 2 anos do Tesouro) que costuma antecipar as reversões em mais de um ano, uma eternidade para um trader.
De acordo com as minhas pesquisas, em cada 10 vezes em que houve uma divergência entre o comportamento do mercado de ações e das carteiras de títulos de alto risco que eu acompanho, em 6 delas os high yields (junk bonds) se anteciparam ao mercado de ações, em 3 delas assinalaram a reversão ao mesmo tempo (ou quase) e em apenas uma delas o SPX saiu na frente.
Não existe um indicador holy grail (no sentido de infalibilidade) e nesse rol eu também incluo os high yields, apesar de sua enorme eficácia, mas no momento a sinalização negativa do mortal R H-L diário (ver glossário no início desse blog) está alinhada à dos títulos de alto risco.
Eu penso que a lógica por trás da eficácia desse indicador macroeconômico reside no fato de que é natural esperar que o elo mais frágil de um organismo seja o primeiro a sentir as primeiras dores de uma moléstia e, portanto, o primeiro a soar o alarme de que algo não está bem.
Apesar do alarme que está sendo emitido pelo mercado de títulos de alto risco sobre a iminência de uma correção (baixa) nos preços, volto a afirmar o que eu já escrevi quando do meu primeiro comentário a respeito. Qual seja, a melhora dos spreads dos títulos de alto risco (queda do spread) foi tão espetacular (pode-se notar na figura a queda notável dos spreads) que, para matar esse bull market, será necessário uma discrepância muito mais acentuada do que a que estamos assistindo.
Em defesa dessa minha tese eu alegaria dois outros pontos positivos: (a) o comportamento saudável do leading indicator semanal do ECRI que não tem divergido do SPX e (b) o fato do R H-L semanal (o horizonte de análise do semanal é mais elástico do que o do diário mencionado anteriormente) do SPX estar acima de +80%, pois inexiste na história desse indicador técnico um exemplo de um início de um bear market com o R H-L semanal nesse nível.
Passada a correção nos preços das ações (baixa) que eu ainda espero para qualquer momento, mas cuja intensidade somente saberemos pelo Mr Mercado, no meu julgamento teremos uma nova oportunidade de compra que poderá se estender até meados do 1° semestre de 2010.
A partir de então, eu contaria com a morte do bull market e o reinício de um feroz bear que seria provocado pelos efeitos colaterais negativos das políticas fiscais e monetárias empregadas pela maioria dos governos e bancos centrais ao redor do mundo."
terça-feira, 1 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
ANDRÉ AGAIN!...e nesta peneira, graficos a granel:
A China saiu na frente?

Para quem se liga nas contagens de Elliott, parece bem claro que, depois do Topo Duplo no alto, veio uma onda A descendente, que repicou na B, e agora eles estariam na C - já vem passando do último fundo.
A China anda na frente do restante do mercado, da mesma forma como sua economia apresentou um crescimento diferenciado das demais economias emergentes? Haveria como ser sustentável um ritmo acelerado de tal ordem, à base de incentivos governamentais, e financiado com dinheiro público?
Sem falar nas "canetadas" (e contabilidade) que resultam nestes fabulosos e inimagináveis números.
ChinaStakes
domingo, 30 de agosto de 2009
Média Móvel
Mais Value Traps... ou não
UOLL:
Pra mim é exemplo de value trap. A empresa está sempre com o caixa cheio de dinheiro. Gera caixa forte. Considerando o dinheiro em caixa e só o valor de publicidade online no futuro, o papel está barato.
Mas daí vem o problema (que uma vez conhecido revela a value trap) dos dividendos. A gerência insiste que não deve pagar dividendos porque encontrará melhores oportunidades se ficar com o dinheiro em caixa.
Que oportunidades? Há 2 anos não tem nem cheiro de lucro crescendo. Ela devia desconfiar que é uma empresa madura, e não uma startup.
POMO:
Pra mim ela foi elevada, de antiga value trap à categoria de possível barganha. Antigamente a empresa investia e não conseguia aumentar o lucro. Com o crescimento de lucro e vendas de 3 anos, volta a merecer análise.
Mas ainda tenhamos um pezinho de desconfiança, porque esse preço está parado por ali há uns 5 anos...
MMX...
Não sei nem errar, vai precisar de alguém que entenda mais do setor...
Términa da 2.C ou apenas pausa?
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Some might-be value traps
Mas não são uma barganha, destas que o fundamentalista compra, sabendo que o valor real está mais acima. O valor de uma value trap é realmente baixo, e o papel está fadado a ficar patinando pra sempre, sempre parecendo barato, sem lhe dar nenhum rendimento que preste.
Depois de descoberto o motivo subjacente, o preço baixo fica bem explicado. Alguns casos:
TRAFO:
O papel estava sempre barato. Mas a administração era péssima, os lucros nunca aumentavam, os dividendos não chegavam. A empresa tinha uma esquisita mania de contratar muitos serviços de outras empresas... curiosamente dos mesmos donos.
POLITENO:
Alguém ainda lembra?
Ninguém sabia como a empresa estava com P/L 5, lucro constante, e nunca subia nem pagava dividendo. Pra falar a verdade até hoje a gente não sabe como é que o dinheiro sumia do balanço. A melhor hipótese era que a administração torrava tudo em uma festa anual.
Now, for some very strong candidates:
Pananby (PABY11)
Tá bom, quase não tem liquidez, mas e daí?
Tudo parece lindo. Ele é um imenso "contas a receber" que dá um valor patrimonial de R$ 400,00 por papel, líquido. R$ 400 em ativos por papel, e ainda corrigidos por IGPM + Juros.
Fora pagar dividendos erráticos, não parece que tem nada de errado.
Mas o papel morre abaixo dos R$ 200,00 há anos (e na minha mão tem alguns).
Ou o contas a receber é podre, e isso é informação que eu não tenho como saber; ou vale bem mais que o dobro.
Depois tem mais, mas a idéia da value trap ficou, né? []s,
COMPARATIVO c/ a E$tratégia de Meirelle$:

AND NOW, U SEE THE NUMBER ONE PENHASKIM'S LAW:
PARÁGRAFO 1. Nunca, Jamais, Abandonar a PACIÊNCIA.
PARÁGRAFO 2. ficar sempre com os Pés no chão (OS 4).
PARÁGRAFO 3. SEMPRE tomar a tal canjinha de galinha.
PARÁGRAFO 4. nunca jamais, operar sem definir target.
PARÁGRAFO 5. saber que lucro, na Bolsa, só se no Bolso.
PARÁGRAFO 6. jamais BRIGAR com o market: Êle Vence.
PARÁGRAFO 7. NUNCA JAMAIS apelar pra 'Prêço Mérdio'.
PARÁGRAFO 8. não confiar em nada e nem em ninguém.
PARÁGRAFO 9. Priorizar seu Instinto e não as Análises.
PARÁGRAFO 10.não entrar no jôgo ao não saber a Regra.
axu que a CIÊNCIA do garimpeiro é nunca abandonar sua PÁ.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
...e meu amigo (e já "SÓCIO") ANDRÉ ataca again:

ando mais folgado que o eterno turista BOB (que já está de Foto NOVA, recem tirada lá em Aspen por conta do TiB); pois fiz uma parceria com o ANDRÉ; e nem preciso mais gastar maquininha de cálculo, compasso e transferidor - e nem a bola da cigana (...'DA' cigana...repito) - para rabiscar aqueles horroriveis "charts" meus:
o ANDRÉ me manda êstes trecos que garimpa pôrrrrrrrrrrrrrrrrrraí
e nós dividimos as 15 pilas que eu pagava sozinho pra postar aki.
joinha... tempus sobrandus; eu, o vô, pecandus; digo, pescandus.
é o cachorro que abana o rabo... ou, o rabo que...
os que assim sentem, ficamos todos especulando sôbre o: QUANDO?
como se o Quando, neste caso, fosse o mais importante...pois que o que mais nos deveria importar in Fact é que tal merda vai despencar a qualquer momento; e basta ter na lembrança que momentos assim são os que exigem o permanente e inflexivel e metódico uso e abuso desta vetusta Ferramenta, o "PENHASKIN'S NUMBER ONE INDICATOR":
a Paciência...
axu q a Tsú, tarda; BUT (by IceMan), não farta...BOA SORTE GENTE!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
...by nosso bom amigo 'garimpeiro' ANDRÉ again:
http://evilspeculator.com/
observem bem, num dos desenhos, o tamanho do treco do BEAR.
especialmente o meu Mestre IceBob, para depois não vir reclamar!
rsrs...e BOA SORTE A TODOS.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Contagem alternativa ao chart abaixo
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
a CHINA: impressão de cheiro de chifre queimado
k-cild`s...e noves-fora, tal pura prosa: e isso a ver com o Market?
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
CPFL 2, o Retorno
Explicou bem resumido e bem explicado um pouco do funcionamento do setor de energia.
Do e-mail dele todo, o que eu tiro de mais útil é um aviso, que todos devemos ter em mente: "cuidado com o marco regulatório". Em outras palavras, o governo pode mudar as regras no meio do jogo, e um governo populista poderia, algum dia, sacanear todo mundo, legalmente, no vencimento do prazo das concessões...
Fora isso, ele explicou bem idéias para calcular o lucro e receita da energia a vender.
Cá pra nós, eu que preciso de pente mais grosso, vou me contentar com uma aproximação bem mais malfeita.
Vim aqui aproximar as duas coisas que prometi quantificar...
1. Custo da Dívida
Hoje a CPFL deve R$ 7,6 bilhões a juros de 12% a.a.
Isso dá um custo de R$ 900 minlhões anuais.
Valores brutos. Existe o benefício fiscal da dívida, ou seja, o pagamento de juros reduz o imposto a pagar. Considerando este impacto, o custo cai para cerca de 8% a.a. e assim, o gasto com juros é de R$ 610 milhões por ano.
Considerando um lucro anual de 1,3 bilhões, o gasto com juros é próximo de 46% do lucro!
É uma senhora margem pra aumentar, supondo que ela parasse de investir.
Supondo que ela pagasse a própria dívida em 10 anos, isso representaria um crescimento de 4% a.a. no lucro.
Desta forma chego ao seguinte algoritmo:
1. Se a CPFL encontrar projetos que ofereçam crescimento melhor que 4% a.a. no lucro - então ela investe e mantém a estrutura de capital.
2. Se ela não encontrar - paga dívidas ganhando 4% de crescimento no lucro.
Isso me dá uma taxa de crescimento mínima esperada de 4% a.a. real por 10 anos.
Fora a taxa de crescimento da demanda por energia, coisa de metade da variação do PIB ao ano, já que a região é desenvolvida.
Até aí já estimo em 6% a.a. o crescimento anual nos próximos 10 anos.
2. Novos Projetos
A companhia está com um capex alto - de 1 bilhão em 2008 e 1 bilhão em 2009 - e vem levando a cabo com aumento de dívidas.
Aí incluem-se a geração de 500MW de potência. 250MW assegurados.
Mas contando os projetos em andamento (encerram-se em 2010 pra geração) a companhia vai de 860 pra 1090 MW médios em 2010, sobre o fim de 2008.
Isso é 12% de crescimento no setor de geração por 2 anos.
3. Uma estimativa de crescimento, então!
Já que eu só quero um pente grosso, o exposto acima me deixa dormir bem tranquilo acreditando em um crescimento médio de 5% a.a. pra companhia nos próximos 10 anos.
coment do Anônimo, nem tanto, ao post do LAFA:
"A receita de uma geradora é dada pela sua energia assegurada multiplicada pelo preço de venda em R$/MWh.
As vendas são para mercado cativo ou mercado livre.
O preço de venda menos o custo para se produzir a energia (incluindo remuneração do capital) é o lucro.
É difícil saber qual o custo. O preço médio de venda, as vezes é publicado em balanço.
No caso de venda para mercado cativo, em leilões do CCEE, é possível ver a quantidade, os preços negociados e os prazos.
Para mercado livre, talvez no balanço consiga-se alguma informação.
Caso tenha, a questão é buscar ver o preço que está no balanço e comparar com o preço que novos contratos estejam sendo negociados. Nem sempre é uma questão simples. É provável que com a crise, esses preços tenham caído. Restam saber os prazos que estão sendo negociados.
No caso de venda para cativo, tendo os prazos, existem as renovações. O gerador pode vender a seu critério neste leilão, findo o contrato.
Existe leilão para energia nova e energia existente.
No caso da energia nova, a ANEEL estabelece o teto e os interessados fazem suas propostas e a de menor preço ganha.
No caso de existente, a ANEEL também estabelece o teto, geralmente abaixo daquele da energia nova. O problema nesse caso é o fator Eletrobras. Ela possui grande volume a ser renovado em 2013 e 2014. Caso mantenha a mesma orientação ocorrida em 2005, os preços continuariam para baixo. E a geradora que não é Eletrobras e tem energia existente, dependendo a quantidade, vai ter de contentar-se em vender parte dela ou total, a este preço jogado para baixo (não necessariamente menor que o que estava sendo praticado).
A energia assegurada não comercializada, é liquidada em PLD (preço de liquidação de diferença), que pode ser abaixo ou acima do custo efetivo gerador. (Existe um artigo no TIB falando disso).
Outra questão importante é a falta de definição sobre renovação das concessões. Isso vale para todos os negócios.
No caso da Distribuição, a receita é formada por:
1) Remuneração de ativos na base regulatória líquida (WACC regulatório que é de 9,95% líquido e 15,05% bruto);
2) Depreciação incidente sobre base regulatória bruta (tirando ativos bancados pelos consumidores chamados de obrigações especiais), geralmente número próximo e abaixo de 5%;
3) PMSO regulatório (Pessoal, material, serviço de terceiro e outros);
4) Custos não-gerenciáveis (compra de energia incluindo perdas, encargos setoriais, etc).
Pontos de atenção:
a) Todo o investimento feito é reconhecido integralmente?
b) O PMSO real versus o PMSO regulatório;
c) As perdas definidas foram adequadas?
d) O Wacc regulatório é satisfatório?
Essa receita é definida em processos de revisão e são reajustadas, até que venha outra revisão.
O processo de reajuste já gerou muitos ganhos para as Distribuidoras, mas a ANEEL tem buscado mecanismos para capturá-los. Mais ainda existem, mas bem menos do que ocorreu em processo passado.
Tem o fator X, que no processo de reajuste é um redutor do IGPM.
Faço uma ressalva, que ao contrário do que se lê por aí, o IGPM não reajusta tarifas de energia. Somente parte dela.
Nas revisões passadas, as empresas inflavam o investimento a ser feito no futuro (usado para calcular o fator X) de forma que o resultado deste fator X fosse reduzido.
A ANEEL não recalcula este fator e muitas empresas não investiam nem de longe, aquilo que tinha declarado.
Isso mudou. Se a empresa não investir o que declarou (acho 90% pelo menos), ela leva multa e se for abaixo dos 100%, o fator X é recalculado e geralmente fica maior.
É muita coisa para dizer. Espero ter ajudado em algo."
CM
19 de Agosto de 2009 11:11
qua...sempre aparecem pérolas no TiB: o CM é da velha guarda.
NEWS NO CEU
o TiB pós completar 1 ano em Setembro, NÃO SERÁ MAIS DI GRATIS!
PAGAREMOS 15 pilas/vez a quem ainda tiver a cachorra de nos ler...
digo... pachorra.
quanto ao market, anteontem caiu mais que subiu ontem e hoje cai.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
CPFL
Venho analisando e reanalistando há 2 anos, e aprofundando a análise.
Cada vez fico mais certo sobre ela.
Mas o mr. Market não concorda comigo e não valoriza a empresa, que está travada entre 30 e 40 há mais de 2 anos!
Isto posto, quais foram meus motivos?
Primeiro, que gosto de dividendos e gosto de elétricas. Em um mundo em que competidores (geralmente chineses) chegam de todos os lados e os negócios mudam, eu tenho a certeza de que ainda demora umas décadas pra uma elétrica enfrentar concorrência.
Fora isso uma elétrica é uma coisa simples, seja G, T ou D. Se bem administrada dá um bom dinheiro, e como o ativo é grande a depreciação diminui o lucro contábil (tributável), fazendo o caixa jorrar com pouco imposto.
Olhando por alto vemos um alto dividendo. O DY de 12 meses está hoje em 12%; 9% foi o do ano passado, o histórico é consistente com estes 9%.
Isso já dá 9% acima da inflação, num cenário em que a Selic te dá 9% brutos... sem comentários.
Junto com ela temos lindas alternativas, como AES Tietê e Coelce.
Mas ela tem algumas diferenças.
1. Instalação mais nova e bem cuidada.
Menos manutenção futura? Mais tranquilidade operacional.
2. Crescimento.Ela ainda está investindo bem em geração e distribuição.
Além de se tornar diversificada (integrada), isso deve aumentar sua receita pelos próximos 4 anos pelo menos, com vários projetos entrando em operação.
Então vamos acrescentar aí uma taxa de crescimento que calcularei depois - ou o leitor pode pegar o demonstrativo, ver a quantidade de MWh a instalar, e calcular. Ano passado eu esperava uns 5% a.a. por pouco tempo.
3. Dívida grande a ser paga.
No dia em que ela parar de investir pode pagar dívida.
Quando se usa 55% de debt e 45% de equity, os juros comem bastante. Então, veja: o gordo dividendo de hoje é após pagar juros de dívida. Quando desacelerar os novos projetos, leva 10 anos pagando a dívida e a cada ano, gasta menos em juros.
Quantificar os efeitos acima?Já quantifiquei ano passado e dava um "up" legal no valuation.
Outro dia, quando não estiver caindo de sono, quantifico de novo, sem preguiça.
Fico, no entanto, coçando minha cabeça; quem está errado desta vez, o mercado ou eu? Será uma value trap que só eu não vi?
Resposta de hoje até o final de 2011. Os dividendos ajudam a esperar.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Silver Silence

De tanto esperar um motivo para as bolsas cederem, qual seria a razão para trazer de volta à tôna o desequilibrio da economia mundial? Não vamos esquecer da monstruosidade de papel impresso pelas fábricas de dinheiro, e a grande quantidade de moedas colocadas no mercado para dar sustentação e liquidez ao sistema.
Essa conta ainda não foi paga... e pode vir com juros maiores, além de um recrudescimento da inflação americana (assim como na Europa) acima de qualquer expectativa. Ficar apostando em fundos mais altos para dar start em novas entradas só funciona em bull markets. Será mesmo o caso? Este rally já não foi longe demais...?
O aguia fica bravo e sai distribuindo multas, rs...
Mas em nada se assemelha a um touro! Bearish Eagle! ;-)
Enfim, a palavra de ordem continua sendo cautela!
Abs ^v^
A (Perfect) Contrarian Indicator
Políticos conseguem sempre sintetizar a esperança do vulgo. Assim foi na década de 30 e assim será agora: "Se estava otimista no auge da crise, imagina como estou agora."
Kiss of death?! :)
S.O.S. a SAMUCA; GAIVOTA e LAFA:
Vv. Ss. andam sumidos e ganham uma Fortuna!
BOLETO de multa valor de 15 pila$$$ já emitido.
sábado, 15 de agosto de 2009
Cada um com seu timming, como diz o Fact
Daytrader's Nightmare?
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
enfim, o danado do OCO; e um certo aguia BULL...
sem insistir mais, dentro de minha ótica panorãmica, aparentemente pessimista, but que - in fact - se baseia em simples fatos e que está òbvia e simplesmente alicerçada numa real e transparente visão da atual situaçao macro-econômica mundial (e que aos meus velhos olhos nem as tais perpectivas da China amenizam e ao contrário agravam); ainda assim, na verdade, nem caberia numa praia como esta, de tão alto nivel técnico-analítico, vir retundar, de forma já aparentemente teimosa e ranheta, na afirmativa de que, k do penhaskim, a visão fatalista do rascunho de um puta H&S em INDU e em outros inúmeros Índices Mundiais, (a Pulga Pindorama inclusa, of course), não empanou e fica cada vez mais clara e mais provavel...
vejo nos recentes seguidos adiamentos, com forte conotação de que a origem do gaz vem de uma muito habil e poderosa engenharia-financeira-chapa-branca (de mãozinha dada$ com us homi) tipo $$$EGURA O PEÃOOO; uma, para mim, históricamente ridícula interferência, aqui bem retratada na proca$$$tinação da finalização do desenho dêste OCO; a evitar a inevitavel sequência das GRANDES CORRETIVAS HISTÓRICAS, após as máximas nos Ciclos de mercados.
e tudo isto - aos trancos e barrancos e na beira de uma Barreira- ao inves de desmenti-lo, torna-o - isto sim - cada vez mais ameaçador, ao substituir, sistemàticamente, a sua HEAD, por uma sequência de LEFT SHOULDERS, inda mais quando, just now, o market titubeia um vai-não-vai na Barreira Histórica em tôrno dos 9 KG na Matriz; e, todo o bursatil; os metais e commodities defensivas como o próprio eterno porto seguro do - também em papel - metal ouro; dá mostra clara de balançar na mesma corda-bamba; todo mundo já com jeitinho de atleta exausto, a língua de fora, em final de maratona.
...e pràticamente tudinho, tentando perenizar a atual já debil área VERY OVERBOUGTH, enquanto que a NOVA CABEÇA ora desenhada, após a última que virou mais um Ombro - É BEM REDONDA E MUIIITO GRANDONA - e não se transformando, como axu (rs), em mais um dos 'elevados' da hoje sinuosa cadeia de Ombros Esquerdos; promete um baita Cabeção; e, a confirmar, a senha da minha cigana é "caluda Bob e D+ cumpadis"...já que o desenho de um inevitavel RS pode ser bem mais abrupto que o atual treme-treme, do LS; o qual me lembra
- assim como esta nova manjavel reprise de um velhíssimo filme - outras coisas do passado, como o velho Edifício-piada imaginário do impagavel show de humor do rádio de nossos também velhos tempos e que se chamava "Balança, Balança, Balaaaaaança... BUT NÃO CAI".
e quem se lembrar de pelo menos uma das tais piadas, leva 15 pilas.
in Coment, o meu velho jovem amigo Para_Quedista envia uma picante leitura... 'Marc Faber was interviewed alongside Nouriel Roubini. "The big crisis is ahead of us", Marc Faber':
http://marcfaberblog.blogspot.com/
PQD
AH SIM: os 'but' são do Bob, córzi...BRAÇÃO E BOA SORTE A TODOS.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Tran avalisando a alta
sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Uma dentro...
(Disclaimer: Essa postagem é só pra compensar a traulitada que tomei em sdia3)
E ainda, uma pergunta, para posterior discussão. O que os amigos veem em CPFE3?
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Trend Following
Os fundamentos das empresas falam mais alto, e o Brasil - apesar das questões políticas - está sendo visto como uma boa (a melhor?) perspectiva futura. Lula, Sarney, Collor parecem coisas menores que um dia vão passar, e mesmo a Petrobras - com todo seu peso no índice, não é a única opção de investimento dos estrangeiros.
Está aí o setor de construção civil entre outros segmentos que não param de crescer.
O gráfico, depois dos 100% do pivot, OCO, caixote, e afins, mostra o topo do canal em 63k e a projeção de 161% em 67.000. Se vai chegar lá, só o tempo vai mostrar. Essas correções têm servido apenas para fortalecer o movimento, e, a cada recuo, mais compras são disparadas.
Até que tudo mude novamente.
Abs ^v^

















